sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A LIBERDADE VIA INTERNET

Antes da revolução tecnológica, os pais controlavam com facilidade a informação e exerciam a autoridade com relativa facilidade. Os filhos procuravam a liberdade fora de casa e identificavam-se com os contestatários, sem que os pais soubessem bem o que se passava no exterior.
As 1ªs experiências fora de portas assemelhavam-se a rituais de passagens.

Os filhos de hoje, já nasceram em famílias mais democráticas e os pais, inundados por estórias terríveis, educam « a medo » e centram as suas preocupações na protecção face à rua: as crianças nas grandes cidades e subúrbios não brincam na rua e não vivem aventuras no campo ou na praia, como era habitual nos livros dos «Cinco» de Enid Blyton, que quase todos os pais leram.

Como não se cresce sem afrontar a ordem estabelecida, por pouco que seja, os «novos» filhos rápidamente descobriram que a liberdade necessária se encontrava em casa, mais precisamente na Internet e sem necessitarem de contestar a autoridade parental.

Inicialmente, ao permanecerem no quarto por muitas horas, não pedindo para sair, solicitando pouco dinheiro, não telefonando aos amigos, os pais ficavam muito contentes, quando o que faziam no seu tempo era estar fora de casa e do controlo parental.
Simplesmente, não entendiam a forma diferente como os filhos socializavam.

Posteriormente, «saltaram» os perigos da Internet, possívelmente uma preocupação exagerada face aos milhões de utilizadores, em que habitualmente a forma mais pedagógica de exercerem a sua parentalidade era pouco utilizada, como o diálogo, a supervisão discreta, pois não serão os novos dispositivos electrónicos a proporcionarem controlos paranóicos.

A estrutura familiar e a forma como a famíla se organizou tem mudado, havendo já uma minoria muito elevada, que não corresponde à família tradicional e em que os pais sentem, em boa parte dos casos, que «andam sempre atràs do prejuízo», isto é, têm mais dificuldade em acompanhar a utilização deste meio, perdendo ou sentindo diminuir a sua autoridade que derivava do seu saber incontestado.

A confiança recíproca e a comunicação multidimensional terão que ser a chave de modo a se organizarem com uma família aberta.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

POUCO INTERESSE EM SER PROFESSOR

O nº de candidatos aos cursos superiores na área da Educação caiu de 6013 para 1419, entre 2000 e 2009.

Segundo a Presidente da Assoc. Sindical de Prof. Licenciados, isto está relacionado com o nº de 50.000 desempregados sé este ano.
Tal provoca desencanto com a profissão, bem como instabilidade contratual.

Segundo o Secretário-Geral do Sindicato Nac. e Dem. dos Professores, Carlos Chagas, o desgaste é o principal motivo, causado pela redução de autoridade dos professores e ainda por passar um 1/4 do sseu tempo a preencher papéis, responsabilizando o Ministério da Educação por tal.
Considera que dentro de 4 ou 5 anos vamos ter que contratar professores ao estrangeiro.

UNIVERSIDADES DE LX E PORTO NAS 500 MELHORES DO MUNDO

Segundo o Ranking of World Universities, da Universidade de Jiaotong, de Xangai na China, numa lista fortemente criticada por manter em lugar cimeiro as Escolas dos EUA e deixar de fora as instuições europeias, as n/ Universidades aparecem entre o 401º e o 500ª lugar.

As universidade de Harvard, Berleley e Stanford ocupam os 3 1ºs lugares.

O outro ranking de referência, é o Times Higher Educations World University, do Reino Unido.

A Comissão Europeia quer construir um novo, com o objectivo de dar aos alunos mais informação sobretudo das Escolas Europeias.

É A INCOMPETÊNCIA TERNA E SOLIDÁRIA?

Fazer de mais e melhor é perigoso?
Quem não já conheceu pessoas que por bem fazerem foram corridos dos seus lugares ou caluniados?

A eficiência chateia, já que rápidamente se torna «perguntadeira» e reivindicativa!
A incompetência não só odeia o longo prazo ( dá cá uma trabalheira pensar em tudo e ainda por cima organizar o que será preciso fazer para lá chegar ), com adora o curtíssimo prazo, com a sua simplicidade imediata, em particular quando tem implícito ajudar um amigo, que depois nos ajudará e isso dá sempre muito jeitinho.

A incompetência é terna e solidária, enquanto que o profissionalismo, a competência pura e dura, são impopulares e serve para que o «polvo» da incompetência use o tempo que não gasta a produzir trabalho e apresentar resultados, em unir os seus tentáculos com a produção de justificações da «treta» e a unir os seus tentáculos a atacar os que brilham e acusarem estes, do seu trabalho não poder ser orientado para o bem comum , porque provávelemente o que eles querem é protagonismo, porque o competente, o que se destaca por bem fazer, só pode ser um vaidoso.

Há incompetentes que se juntam em grupos, que independentemente da mudança das lideranças, seja numa Escola, numa repartição de Função Pública ou em qualquer organismo de uma Empresa Pública, para que possam proteger-se uns aos outros.
Os que se mantém independentes e dedicados ao trabalho, boa parte das vezes são ostracizados, quando não acabam na prateleira.
Ai, se o Poder ou quem o tem, não se amedrontasse, em vez de Yes Men procurasse rodear-se de indivíduos actuantes.

As crianças imitam os modos de vida dos adultos.
Não são só os filhos dos bairros desfavorecidos, que «levam» com menos bom exemplos. Os da classe média e dos bairros favorecidos, são bastas vezes ensinados a privilegiar a amizade dos filhos dos ricos aos dos que não são ricos, já que uma boa «amizade» pode aarranjar mais fácilmente uma boa colocação do que um bom curso com uma boa classificação a be dantes até servia parons casamentos.

As escolas públicas, sobre o manto da igualdade e da inclusividade, forçam os melhores alunos a trabalhos de grupo com os piores, quando estes nem nisso estão interessados, sem se aperceberem que estão a dar aos melhores alunos a provar, uma antevisão do inferno profissional em que querem que eles venham a viver.

Safa, que ser competente, não basta o nosso trabalho e inteligência, também é preciso muita resistência para fugir dos medíocres ou banais.

É que a estes não lhes basta o conforto da sua existênciazinha, têm que atrapalhar os outros que não querem ser como eles.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O BLOG VAI DE FÉRIAS

O Blog da Pedro de Santarém vai de férias.
Estaremos de volta a partir de Setembro.

Queremos agradecer a todos aqueles que contribuiram para a sua implantação, através da sua leitura e das mais de 2000 entradas verificadas em menos de 1 ano.

Queremos também reforçar o desafio de participação activa dos seus leitores, seja através da crítica aos textos, como no envio de material/textos para publicação.

Um Blog não deve viver sómente da sua consulta/leitura mas da inter-actividade entre os seus leitores, pois além de um espaço de leitura, serve para discutir todos os temas que sejam caros aos seus participantes, que no nosso caso em termos gerais é sobre a Educação e em termos mais específicos sobre a Escola Pedro Santarém e no mais importante de tudo, sobre os alunos da Escola Pedro Santarém.

Voltaremos em menos de um mês.
Até lá, excelentes férias para todos!