O CDS-PP vai propor no seu programa eleitoral uma avaliação de professores baseada no sistema do ensino particular, não apenas dos docentes mas também de alunos, que não “prejudique o funcionamento” do ano lectivo e exames no final de cada ciclo escolar.
“Há um modelo de avaliação que está a funcionar e que foi subscrito por empregadores e trabalhadores, que é consensual e permite fazer uma avaliação exigente dos professores. É o modelo em vigor no ensino particular e cooperativo. Com as devidas adaptações, pode ser um modelo inspirador”, afirmou Paulo Portas.
O líder dos centristas sublinhou que, neste sistema, a avaliação começa quando termina o ano escolar e está concluída antes do início das aulas, em Setembro, o que “não prejudica o funcionamento do ano lectivo”.
Por outro lado, acrescentou, este modelo “está a funcionar”, não inclui “burocracia permanente” e permite fazer uma “avaliação exigente dos professores”. Apontou ainda a adopção de “um sistema de exames no final de cada ciclo escolar”.
“As famílias têm de poder confiar que numa escola pública há disciplina, há pontualidade, há assiduidade, há exigência e há provas verdadeiramente de exame num sistema nacional que promovem o esforço e o mérito. É isto que nos distingue de todos os outros partidos, que têm medo da palavra exame. Nós não temos”, acrescentou.
Para Paulo Portas, são igualmente importantes a “autoridade do professor”, o “reconhecimento do esforço e do mérito”, bem como “a autonomia das escolas”.
“É essencial que cada escola possa ter uma identidade, um projecto educativo e isso é a única forma de as famílias poderem progressivamente fazer uma escolha sobre a escola que, desde logo do sistema público, e depois em concorrência com o particular e cooperativo, preferem para os seus filhos”, defendeu.
Para o líder do CDS-PP, o director da escola deve ser “sempre” um professor, mas não deve ser escolhido apenas pelos docentes, mas sim por toda a comunidade educativa.
domingo, 8 de maio de 2011
FMI RECOMENDA AUTONOMIA DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS
A autonomia das escolas secundárias é uma das medidas apresentadas no plano de ajuda externa a Portugal. Até 2012, o Governo deverá estabelecer contratos de confiança com as escolas com vista a implementar a sua autonomia. Deverão ser criados mecanismos de prestação de contas: os resultados escolares são um dos critérios a ter em conta.
O sector terá uma redução de custos de 195 milhões de euros no próximo ano (face a um orçamento de 6377 milhões este ano), o que deverá conseguido através da “racionalização da rede escolar com a criação de agrupamentos de escolas, abaixamento das necessidades de pessoal, centralização das compras; e redução e racionalização das transferências para as escolas privadas com acordos de associação”.
Para 2013, o plano prevê uma nova redução de 175 milhões de euros que deverá ser alcançada através da "racionalização da rede escolar.
Em 2011 o sector já sofreu uma redução de cerca de 800 milhões de euros no seu orçamento, em relação ao do ano passado. Com os novos cortes agora previstos, a educação perderá em três anos 1270 milhões de euros.
Uma boa “performance” das escolas poderá resultar em mais financiamento para as escolas particulares com contratos de associação. No acordo alcançado com a troika, chamam-lhe “incentivos” que se deverão juntar à fórmula de financiamento fixada previamente com base no custo por turma.
Ainda este ano, o Governo deverá proceder à monitorização dos cursos de orientação vocacional (profissionais de educação e formação) e também das políticas que têm sido implementadas com vista a melhorar resultados escolares e reduzir o abandono escolar precoce. O Governo deverá também analisar os impactos dos cortes orçamentais nestes programa
O sector terá uma redução de custos de 195 milhões de euros no próximo ano (face a um orçamento de 6377 milhões este ano), o que deverá conseguido através da “racionalização da rede escolar com a criação de agrupamentos de escolas, abaixamento das necessidades de pessoal, centralização das compras; e redução e racionalização das transferências para as escolas privadas com acordos de associação”.
Para 2013, o plano prevê uma nova redução de 175 milhões de euros que deverá ser alcançada através da "racionalização da rede escolar.
Em 2011 o sector já sofreu uma redução de cerca de 800 milhões de euros no seu orçamento, em relação ao do ano passado. Com os novos cortes agora previstos, a educação perderá em três anos 1270 milhões de euros.
Uma boa “performance” das escolas poderá resultar em mais financiamento para as escolas particulares com contratos de associação. No acordo alcançado com a troika, chamam-lhe “incentivos” que se deverão juntar à fórmula de financiamento fixada previamente com base no custo por turma.
Ainda este ano, o Governo deverá proceder à monitorização dos cursos de orientação vocacional (profissionais de educação e formação) e também das políticas que têm sido implementadas com vista a melhorar resultados escolares e reduzir o abandono escolar precoce. O Governo deverá também analisar os impactos dos cortes orçamentais nestes programa
ADESÃO Á MATRÍCULA ELECTRÓNICA
A adesão à matrícula electrónica está a ser “boa”,lançada em 15/04/11, afirma a ministra Isabel Alçada.
“No primeiro ano não temos expectativa que adiram em massa. Temos um total de 100 mil crianças no 1.º ano do 1.º ciclo. Esperamos que este ano haja algumas, porque estamos num ano de lançamento”, referiu.
Depois dos primeiros passos, Isabel Alçada acredita que o sistema será mais utilizado, porque é “excelente para as famílias e para a escola, que fica já com os dados lançados », pois os pais podem efectuar a matrícula em casa, mas todos os estabelecimentos de ensino também disponibilizam o serviço electrónico. “Claro que o serviço pretende que as pessoas não necessitem de ir à escola especificamente para essa actividade”, realçou.
A ministra salientou, no entanto, que “ir à escola é muito importante, mas para falar sobre as crianças e a sua aprendizagem”, de modo a que os pais se “sintam membros da comunidade educativa”, surpreendendo-se com alguns comentários que dizem que o sistema vai afastar os encarregados de educação das escolas.
“De maneira nenhuma. Estamos virados para o futuro com a matrícula electrónica”, que “traz benefícios e facilita muito a vida das pessoas”.
“No primeiro ano não temos expectativa que adiram em massa. Temos um total de 100 mil crianças no 1.º ano do 1.º ciclo. Esperamos que este ano haja algumas, porque estamos num ano de lançamento”, referiu.
Depois dos primeiros passos, Isabel Alçada acredita que o sistema será mais utilizado, porque é “excelente para as famílias e para a escola, que fica já com os dados lançados », pois os pais podem efectuar a matrícula em casa, mas todos os estabelecimentos de ensino também disponibilizam o serviço electrónico. “Claro que o serviço pretende que as pessoas não necessitem de ir à escola especificamente para essa actividade”, realçou.
A ministra salientou, no entanto, que “ir à escola é muito importante, mas para falar sobre as crianças e a sua aprendizagem”, de modo a que os pais se “sintam membros da comunidade educativa”, surpreendendo-se com alguns comentários que dizem que o sistema vai afastar os encarregados de educação das escolas.
“De maneira nenhuma. Estamos virados para o futuro com a matrícula electrónica”, que “traz benefícios e facilita muito a vida das pessoas”.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
ALUNOS VÃO DESPERTAR VOCAÇÕES
Cerca de três dezenas de adolescentes com um percurso escolar considerado irregular vão viver durante quatro dias no campus da Universidade de Aveiro, iniciativa que tem como objectivo combater o abandono escolar.
O projecto, denominado ‘Campus Júnior’ e que irá decorrer entre hoje e sábado, conta com a participação de 26 alunos. Os estudantes, que têm entre os 13 e os 15 anos, vêm de diversas escolas do concelho de Aveiro para "despertar vocações e combater o abandono escolar".
"Queremos que o programa funcione como uma espécie de injecção de motivação e entusiasmo para jovens adolescentes que às vezes atravessam fases críticas no seu desenvolvimento e na sua relação com a escola", disse António Neto Mendes, director do ‘Campus Júnior’.
Segundo o responsável, a selecção dos alunos foi feita pelas escolas.
O projecto, denominado ‘Campus Júnior’ e que irá decorrer entre hoje e sábado, conta com a participação de 26 alunos. Os estudantes, que têm entre os 13 e os 15 anos, vêm de diversas escolas do concelho de Aveiro para "despertar vocações e combater o abandono escolar".
"Queremos que o programa funcione como uma espécie de injecção de motivação e entusiasmo para jovens adolescentes que às vezes atravessam fases críticas no seu desenvolvimento e na sua relação com a escola", disse António Neto Mendes, director do ‘Campus Júnior’.
Segundo o responsável, a selecção dos alunos foi feita pelas escolas.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
MAIS DE 700 ALUNOS E 30 PROFESSORES FORAM AO CINEMA
Na última semana de aulas do 2º Período, mais de 700 alunos e 30 professores da melhor escola do mundo: PEDRO DE SANTARÉM, foram ao cinema, naquela que, provavelmente, foi a maior acção do género alguma vez realizada por uma Associação de Pais.
Todas as turmas do 5º, 6º, 7º, 8º e 9º anos e ensinos profissionalizantes assistiram entre os dias 04 e 08 de Abril, a uma sessão numa manhã ou numa tarde, tendo a escolha recaído sobre:
Cinema Paraíso

O Bom Rebelde

Os Poderosos

Um Sonho Possível

Esta iniciativa e organização da Associação de Pais e Encarregados de Escola Pedro Santarém, não teria sido possível sem a colaboração da Junta de Freguesia de Benfica, ao disponibilizar-nos o Auditório Carlos Paredes para o efeito. À JUNTA DE FREGUESIA DE BENFICA O NOSSO MUITO OBRIGADO!
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